24 out 06

Nossa vida é como uma viagem de trem, cheia de embarques e desembarques, de pequenos acidentes pelo caminho, de surpresas agradáveis com alguns embarques e de tristezas com os desembarques…
 
Quando nascemos, ao embarcarmos nesse trem, encontramos duas pessoas que, acreditamos que farão conosco a viagem até o fim: nossos pais.Não é verdade. Infelizmente, em alguma estação, eles desembarcam, deixando-nos órfãos de seus carinho, proteção, amor e afeto.
 
Mas isso não impede que, durante a viagem, embarquem pessoas interessantes que virão ser especiais para nós: nossos irmãos, amigos e amores.
 
Muitas pessoas tomam esse trem a passeio. Outras fazem a viagem experimentando somente tristezas. E no trem há, também, outras que passam de vagão em vagão, prontas para ajudar quem precisa.

 

Muitos descem e deixam saudades eternas. Outros tantos viajam no trem de tal forma que, quando desocupam seus assentos, ninguém sequer percebe.
 
Curioso é considerar que alguns passageiros que nos são tão caros acomodam-se em vagões diferentes do nosso. Isso nos obriga a fazer essa viagem separados deles. Mas isso não nos impede de, com grande dificuldade, atravessarmos nosso vagão e chegarmos até eles. O difícil é aceitarmos que não podemos sentar ao seu lado, pois outra pessoa estará ocupando esse lugar.
 
Algumas pessoas que viajam por bastante tempo juntos muitas vezes repentinamente trocam seus lugares ocupando vagões diferentes por um motivo ínfimo, seguindo a jornada separadamente.
 
Quem entrará? Quem sairá? Eu gostaria que você pensasse no desembarque do trem, não só como a representação da morte, mas, também, como o término de uma história, de algo que duas ou mais pessoas construíram e que, por um motivo ínfimo, deixaram desmoronar.
 
Essa viagem é assim: cheia de atropelos, sonhos, fantasias, esperas, embarques e desembarques. Sabemos que esse trem jamais volta.
 
Façamos essa viagem da melhor maneira possível, tentando manter um bom relacionamento com todos, procurando em cada um o que tem de melhor, lembrando sempre que, em algum momento do trajeto poderão fraquejar, e, provavelmente, precisaremos entender isso. Nós mesmos fraquejamos algumas vezes. E, certamente, alguém nos entenderá.
 
O grande mistério é que não sabemos em qual parada desceremos.
 
Ficamos a pensar: quando descermos desse trem, sentirei saudades? Sim. Deixar filhos viajando sozinhos é muito triste. Separar-nos de amigos e do amor da vida é dolorido.
 
Há a esperança de que, em algum momento, estando na estação principal, teremos a emoção de vê-los chegar com sua bagagem, que não tinham quando embarcaram.
 
E o que nos deixará feliz é saber que, de alguma forma, colaboramos para que essa bagagem tenha crescido e se tornado valiosa.
 
É assim que vemos como pais, e somos vistos como filhos.

Autor: Desconhecido!
 
Abraços


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3 Comentários.

  • Leo disse:
    Usando Mozilla Firefox Mozilla Firefox 2.0 on Windows Windows XP

    Cara estou na torcida pelo teu sucesso, sabes que quero continuar nesse trem como um amigo.
    Boa sorte nesse novo desafio da tua vida, que tenho certeza que com sua competência vai se dar muito bem!

    estamos aí para o que der e vier!
    Um Grande abraço!

  • Usando Safari Safari 419.3 on Mac OS Mac OS X

    Valeu Leo …
    É muito importante e torna a viajem bem mais traquila se tivermos amigos como tu ao nosso lado.
    Também torço por ti cara e tenho certeza que vamos nas “cruzadinha da vida” …

    ” lada a lado com Deus … Guerreiro de Fé … Vagabundo NATO … ”
    Já dizia o mestre Mano Brown… :-)

    Abraços

  • Deise disse:
    Usando Mozilla Firefox Mozilla Firefox 1.5.0.7 on Windows Windows XP

    granda parte… acredito que a maior da minha bagagem… teu um toque de vc… independente do vagão, quero estar pra sempre no trem da tua vida… e quero que vc esteja no meu… para sempre… mesmo vc nem respondendo meus e-mails! rs…
    Beijos…



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